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	<title>Comentários sobre: Políticas públicas de informatização em bibliotecas</title>
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	<description>biblioteconomia, ciência da informação e cultura colaborativa</description>
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		<title>Por: Roosewelt Lins &#187; Cultura Livre em Bibliotecas</title>
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		<dc:creator>Roosewelt Lins &#187; Cultura Livre em Bibliotecas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 04:01:05 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Apesar da moda em torno do conceito de cultura livre e colaborativa, se formos pensar a colaboração é uma noção não muito distante no campo da biblioteconomia. O intercâmbio de acervos bibliográficos, catálogos cooperativos, comutação bibliográfica, padrões de interoperabilidade, iniciativa de arquivos abertos e implementação de repositórios digitais, são exemplos de recursos que tem como eixo central o compartilhamento da informação. Diversas instituições colaboram para formação de uma rede de troca de informações, quer seja através de consórcios ou sistemas bibliográficos integrados. Ferramentas baseadas na filosofia do software livre vem sendo amplamente utilizadas em bibliotecas, quer seja um sistema de gerenciamento de bibliotecas, ferramentas para repositórios digitais ou um sistema de gerenciamento de conteúdo, dentre outros. Se tomarmos como evidência o papel da biblioteca pública, veremos que esta sempre esteve associada a socialização do saber registrado, assim como também ações que estimulem a produção deste saber. Então tomemos estes pontos como parâmetro e podemos afirmar que a biblioteconomia já trabalha com práticas colaborativas e manifestações livres para disseminação de documentos e democratização do conhecimento. Esta afirmação é tendenciosa e delicada, já que a biblioteconomia tem uma forte tradição técnica, pouca discussão social e muita prática proprietária (FRBR, RDA e padrões, Políticas públicas de informatização em bibliotecas). [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Apesar da moda em torno do conceito de cultura livre e colaborativa, se formos pensar a colaboração é uma noção não muito distante no campo da biblioteconomia. O intercâmbio de acervos bibliográficos, catálogos cooperativos, comutação bibliográfica, padrões de interoperabilidade, iniciativa de arquivos abertos e implementação de repositórios digitais, são exemplos de recursos que tem como eixo central o compartilhamento da informação. Diversas instituições colaboram para formação de uma rede de troca de informações, quer seja através de consórcios ou sistemas bibliográficos integrados. Ferramentas baseadas na filosofia do software livre vem sendo amplamente utilizadas em bibliotecas, quer seja um sistema de gerenciamento de bibliotecas, ferramentas para repositórios digitais ou um sistema de gerenciamento de conteúdo, dentre outros. Se tomarmos como evidência o papel da biblioteca pública, veremos que esta sempre esteve associada a socialização do saber registrado, assim como também ações que estimulem a produção deste saber. Então tomemos estes pontos como parâmetro e podemos afirmar que a biblioteconomia já trabalha com práticas colaborativas e manifestações livres para disseminação de documentos e democratização do conhecimento. Esta afirmação é tendenciosa e delicada, já que a biblioteconomia tem uma forte tradição técnica, pouca discussão social e muita prática proprietária (FRBR, RDA e padrões, Políticas públicas de informatização em bibliotecas). [...]</p>
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