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	<title>Roosewelt Lins &#187; Automação de Bibliotecas</title>
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	<description>biblioteconomia, ciência da informação e cultura colaborativa</description>
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		<title>Softwares de automação de bibliotecas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>

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		<description><![CDATA[Lista de sistemas de gerenciamento de bibliotecas (prefiro este termo) disponível: http://bsf.org.br/2009/09/02/sistemas-softwares-de-organizacao-automacao-de-bibliotecas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lista de sistemas de gerenciamento de bibliotecas (prefiro este termo) disponível: <a href="http://bsf.org.br/2009/09/02/sistemas-softwares-de-organizacao-automacao-de-bibliotecas/">http://bsf.org.br/2009/09/02/sistemas-softwares-de-organizacao-automacao-de-bibliotecas</a></p>
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		<title>Download e demo do PMB em português do Brasil</title>
		<link>http://roosewelt.com/2009/06/09/download-e-demo-do-pmb-em-portugues-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 16:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível no RABCI, a versão para download e de demonstração do PMB em português do Brasil. A tradução vem sendo feita pelo Tiago Murakami. Outros posts sobre o PMB: Software livre para automacao de bibliotecas PMB em português do Brasil Instalando o PMB no Debian]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível no <a href="http://rabci.org/rabci/pmb">RABCI</a>, a versão para download e de demonstração do <a href="http://www.sigb.net/index.php?page=secteurs&amp;id_rubrique=2&amp;lang=fr">PMB</a> em português do Brasil. A tradução vem sendo feita pelo Tiago Murakami.</p>
<p>Outros posts sobre o PMB:</p>
<p><a href="http://bsf.org.br/2009/06/09/software-livre-para-automacao-de-bibliotecas-pmb-em-portugues-do-brasil/">Software livre para automacao de bibliotecas PMB em português do Brasil</a></p>
<p><a href="http://roosewelt.com/2008/05/19/instalando-o-pmb-no-debian/">Instalando o PMB no Debian</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova logo do Code4lib e camisetas geek</title>
		<link>http://roosewelt.com/2009/01/31/nova-logo-do-code4lib-e-camisetas-geek/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 15:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Code4lib agora com nova logo, e camisetas geek da conferência 2009 do Code4lib. Eu gostei mais dessas:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone" style="width: 411px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="code4lib" src="http://www.code4lib.org/files/logo/c4l_logo/c4l_logo.RGB_400px.png" alt="Logo code4lib" width="401" height="88" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Code4lib agora com nova <a href="http://www.code4lib.org/logo/">logo</a>, e <a href="http://www.code4lib.org/node/273">camisetas</a> geek da conferência 2009 do Code4lib. Eu gostei mais dessas:</p>
<p><img class="alignnone" title="Tshirt code4lib" src="http://code4lib.org/files/code4lib2009-4-400.png" alt="" width="400" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone" title="T-shirt code4lib" src="http://code4lib.org/files/code4lib%20capitol%20logo%20-%20terminal-400.png" alt="" width="400" height="400" /></p>
<p><img class="alignnone" title="T-shirt Code4lib" src="http://code4lib.org/files/the%20whole%20world%20is%20in%20here_black-400.png" alt="" width="400" height="400" /></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Políticas públicas de informatização em bibliotecas</title>
		<link>http://roosewelt.com/2008/11/01/politicas-publicas-de-informatizacao-em-bibliotecas/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 15:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo a obra Socialização do Conhecimento no Espaço das Bibliotecas Universitárias de Izabel Carvalho, que expõe uma pesquisa de campo sobre a TI em bibliotecas universitárias, pude perceber o quanto o discurso de socialização do conhecimento em bibliotecas e na biblioteconomia, é contraditório e falho. Não pretendo fazer uma resenha da obra e muito menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo  a obra<a href="http://i.s8.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#038;prodTypeId=1&#038;ProdId=270988&#038;OperId=0&#038;cellType=2#javascript;"> Socialização do Conhecimento no Espaço das Bibliotecas Universitárias</a> de Izabel Carvalho, que expõe uma pesquisa de campo sobre a TI em bibliotecas universitárias, pude perceber o quanto o discurso de socialização do conhecimento em bibliotecas e na biblioteconomia, é contraditório e falho. Não pretendo fazer uma resenha da obra e muito menos uma análise aprofundada sobre o tema, quero apenas relatar um único ponto que ajuda a refletir sobre tal questão: a <strong>não-socialização do conhecimento</strong>.</p>
<p>A autora pesquisou de forma qualitativa a introdução da TI em bibliotecas universitárias sobre o prima teórico de autores como Levy, Castells, Castoriadis, dentro outros. A literatura discute os aspectos da nova economia de redes, baseada na troca, na interatividade, na criatividade e sobre uma sociedade marcada pelo uso de tecnologia e novas formas de organização do trabalho, demonstrando a responsabilidade social já que pressupõe a cooperação dos trabalhadores como produtores e usuários de informação. </p>
<p>Já a experiência da autora no mapeamento das políticas de informatização das bibliotecas, constatou que 53,5% dispõe de algum tipo de documentação que consolida tal política, que de certa forma foi surpreendente já que muitos profissionais não desenvolvem tais planos em sua prática profissional. Como estratégia metodológica, a autora solicitou tais documentos, todavia, estes foram negados, representando 56,5% dos 23 respondentes. Ora penso que a negação de um documento além de prejudicar a análise do presente objeto, contribui de forma significativa para a consolidação de uma prática proprietária. E isto soa muito contraditório para bibliotecas que prestam serviços à sociedade. As bibliotecas pesquisadas são de instituições federais de ensino superior e as funções da universidade são sustentadas pelo ensino, pesquisa e extensão. Apreendemos que estes eixos fornecem a concepção dos valor social e científico que a academia possui, nesta caso, a biblioteca universitária reproduz estes valores, no intuito de prover serviços e produtos que efetivam o acesso ao conhecimento, enfatizando às necessidade intelectuais da sociedade. </p>
<p>Assim, tal ponto ilustra que não possuímos uma política pública de informatização em bibliotecas universitárias. Pensei até em pesquisar algo sobre essa temática em Anais do SNBU para fundamentar o post, mas creio que isto pode ser feito a posteriori.  Em suma, o tripé: Bibliotecas Universitárias, Tecnologia da Informação e  Socialização do Conhecimento está totalmente dissociado, muitas equipes se apropriam de algo que pode ser extremamente relevante para sociabilizar o conhecimento e introduzir as bibliotecas no contexto tecnológico. Como exemplo, uma política de informatização disponibilizada no Web Site de um biblioteca, e o mais interessante é que hoje temos tecnologia para disponibilizar uma grande política de informatização nos moldes coletivos, basta implementarmos um Wiki para podermos ter um documento de referência que muito ajudaria bibliotecas que queiram planejar suas políticas de informatização. Essa apropriação do conhecimento é só mais um exemplo de atraso no pensamento bibliotecário.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novo gnuteca 2.0</title>
		<link>http://roosewelt.com/2008/10/13/novo-gnuteca-20/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 00:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[A Solis &#8211; Cooperativa de Soluções Livres, divulgou a nova versão do Gnuteca. Segundo a cooperativa, O Gnuteca 2.0 (não pensem que é essa baboseira de Web 2.0), possui um gerenciamento mais eficaz e mais ágil dos acervos bibliotecários,nesta nova versão os empréstimos são feitos através da web, possibilitando que esta ação seja feita de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/10/gnuteca1.jpg"><img src="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/10/gnuteca1.jpg" alt="" title="Gnuteca logo" width="138" height="124" class="alignnone size-medium wp-image-135" /></a></p>
<p>A Solis &#8211; Cooperativa de Soluções Livres, divulgou a nova versão do Gnuteca. Segundo a cooperativa, O Gnuteca 2.0 (não pensem que é essa baboseira de Web 2.0), possui um gerenciamento mais eficaz e mais ágil dos acervos bibliotecários,nesta nova versão os empréstimos são feitos através da web, possibilitando que esta ação seja feita de qualquer lugar. É possível também realizar empréstimos entre as bibliotecas de uma mesma instituiçã, cada unidade pode realizar pesquisas não só das obras do seu acervo e os acervos das outras unidades de forma separada, mas, também, de todas ao mesmo tempo. Mais informações em: <a href="http://gnuteca.solis.coop.br/">gnuteca.solis.coop.br/</a>.</p>
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		<title>Alguns conceitos sobre TI em bibliotecas</title>
		<link>http://roosewelt.com/2008/08/15/alguns-conceitos-sobre-softwares-em-bibliotecas/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 20:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Observando a área sobre a avaliação de softwares, fico pensando como é problemático introduzir alguma aplicação no contexto das bibliotecas. Quando uma equipe de bibliotecários necessita implantar um sistema de gerenciamento de bibliotecas, uma biblioteca digital, um blog, um sistema pra esquema de conceitos, um sistema de GED, uma ferramenta para groupware, ou qualquer outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observando a área sobre a avaliação de softwares, fico pensando como é problemático introduzir alguma aplicação no contexto das bibliotecas. Quando uma equipe de bibliotecários necessita implantar um sistema de gerenciamento de bibliotecas, uma biblioteca digital, um blog, um sistema pra esquema de conceitos, um sistema de GED, uma ferramenta para groupware, ou qualquer outra aplicação, geralmente enfrenta inúmeras dificuldades. Estas dificuldades começam pelo ponto de vista teórico, pois temos poucas discussões conceituais referentes a este domínio do conhecimento.</p>
<p>Venho defendendo 3 abordagens para a área de TI aplicada à biblioteconomia, que em breve publicarei um texto a respeito. Eis as abordagens:</p>
<ul>
<li><strong>Automação de Bibliotecas:</strong> Introdução de sistemas integrados para automação das rotinas de catalogação e circulação, além da criação, gerenciamento e acesso a documentos em formatos digitais em bibliotecas/repositórios digitais;</li>
<li><strong>Informática Documentária:</strong> Conjunto de aplicações da informática à documentação, técnicas referentes às intervenções da informática nas diversas fases de produção e utilização de documentos. Envolve gerenciamento eletrônico de documentos, sistemas de organização do conhecimento, gerenciamento de bibliografias, etc.</li>
<li><strong>Gerenciamento de Conteúdo:</strong> Aplicações baseadas na Web relevantes para gestão colaborativa de conteúdos como artigos, notícias, recursos multimídias, etc. Uso de ferramentas como Blogs, Wikis, CMS e Groupware.</li>
</ul>
<p>Esta proposta é apenas uma pequena classificação, funciona como modelo para podermos compreender quais são os requisitos, padrões e tecnologias para serem considerados no processo de inserção de TI na Biblioteconomia.  Estas abordagens vem sendo aplicadas no estabelecimento de um conteúdo programático para o ensino na graduação e em treinamentos.</p>
<p>Aqui, no <a href="http://objetoseducacionais.mec.gov.br/">projeto</a>, estamos escrevendo um texto sobre o trabalho que vimos desenvolvendo, referente a critérios para avaliação de recursos multimídias, tomando como base requisitos técnico e pedagógicos. Após ler alguns artigos verifiquei que existem muitos estudos sobre o tema, mas não algo exato sobre avaliação de mídias para catalogação em um repositório educacional. Pude perceber que a Educação, possui taxonomias para softwares educacionais, diversas definições sobre os tipos de aplicativos para fins educacionais, em suma, é uma temática bastante discutida. Se formos transpor essa idéia para a Biblioteconomia e formos efetuar uma pequena busca, logo percebemos que não encontraremos facilmente algo sobre a temática, exceto alguns artigos clássicos de relatos de experiências em atividades de avaliação e seleção de sotwares para automação. Muitos estudos vem sendo feito sobre avaliação de softwares para automação, como sistemas de gerenciamento de bibliotecas, mas poucos enfatizam a diversidade dos softwares que podem ser úteis no dia-a-dia bibliotecário. Isto vai desde uma simples conta de um bookmarks para referências, a um complexo sistema de gestão de imagens digitalizadas, passando por um servidor Web que irá hospedar a biblioteca digital ou o periódico eletrônico da instituição.</p>
<p>Além da necessidade de concepções teóricas e técnicas para avaliação de softwares na biblioteconomia, visualizo algumas temáticas de grande evidência e que muitas vezes são negligenciadas e são campos emergentes e de caráter multidisciplinar. Tais lacunas são:</p>
<ul>
<li>Padrão de Projetos (Design Pattern) em softwares para bibliotecas (Engenharia de Software, Informática Documentária, Automação e Administração de Bibliotecas);</li>
<li>Modelos de interface centrada no usuário (IHC, arquitetura da informação e Estudo de Usuários);</li>
<li>Propostas de benchmarking para softwares para bibliotecas (Administração de TI, Automação de Bibliotecas, Métodos Quantitativos em Biblioteconomia);</li>
<li>Técnicas de conversão de registros bibliográficos para padrões atuais e abertos(Representação Descritiva, Recuperação da Informação e Ciência da Computação);</li>
<li>Segurança da Informação em Bibliotecas (Computação, Automação e Controle, Administração de Bibliotecas);</li>
<li>Representação de Conteúdos Multimídias (Artes, Inteligência Artificial, Representação Descritiva e Temática);</li>
</ul>
<p>Ao invés da Biblioteconomia e Ciência da Informação tupiniquim ficar apenas se preocupando tecnologias da moda como ontologias e metadados, que muitas vezes se resumem a exercícios com o Protégé e citações de Berners-Lee, não que não existam estudos interessantes, admiro muitas produções de programas de pós em CI, mas creio que deveriam existir mais abordagens, pressupostos, metodologias, estudos de caso, modelos de referência, tutorais, modelos de requisitos e outros artefatos para poder se aproximar a TI da Biblioteconomia com um enfoque mais científico, não apenas pragmático, com sentido resumido de operacionalização, pois utilizar ferramentas é muito mais que modernização de bibliotecas em tarefas rotineiras de processamento técnico mediado por computador, atinge a esfera sócio-cultural, já que, exige um custo material, um esforço mental, um tempo, muitas implicações jurídicas, dentre outras variáveis.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando o PMB no Debian</title>
		<link>http://roosewelt.com/2008/05/19/instalando-o-pmb-no-debian/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 21:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aulas]]></category>
		<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas aulas práticas sobre automação de bibliotecas, abordo basicamente 2 Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas: Openbiblio e PMB. O Openbiblio é um dos softwares livres para gestão de acervos mais conhecido e utilizado. É uma aplicação baseada na web, escrita em PHP/MySQL, muito simples e com funcionalidades básicas para pequenos acervos. O PMB (PHP MyBibli), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/08/pmb.png"><img class="alignnone size-full wp-image-110" title="PMB no Debian" src="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/08/pmb.png" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Nas aulas práticas sobre automação de bibliotecas, abordo basicamente 2 Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas: <a title="openbiblio" href="http://obiblio.sourceforge.net/">Openbiblio</a> e <a title="PMB" href="http://www.sigb.net/">PMB</a>. O Openbiblio é um dos softwares livres para gestão de acervos mais conhecido e utilizado. É uma aplicação baseada na web, escrita em PHP/MySQL, muito simples e com funcionalidades básicas para pequenos acervos. O PMB (PHP MyBibli), é também um software livre baseado na web sob licença GPL, escrito em PHP/MySQL, com suporte a MARC e Z39.50, todavia é mais robusto, permite uso de tesauros, suporte a Web Services, traduções para alguns idiomas, inclusive português, reserva de itens, interface mais atraente e outras funcionalidades mais interessantes que o Openbiblio.</p>
<p>O esquema que uso para aulas práticas funcionam assim: configurei 2 máquinas para serem servidoras, 1 é destinada a servidor de Intranet e para hospedagem do site dci.ufc.br, que em breve será refeito. O servidor de Intranet foi implementado justamente para instalar e disponibilizar alguns sistemas baseados na web para que os alunos possam manusear no laboratório, e assim ficam disponíveis em toda rede interna, basta acessar o endereço de IP da máquina e fornecer os dados de autenticação para acessar os sistemas. Instalei o Debian 4.0 Etch em ambas, configurei o Apache, MySQL, PHP, Perl, Postgres e Tomcat para instalar as ferramentas que usamos (Openbiblio, PMB, Tematres, Aigaion, Dspace, Gnu E-prints, VuFind, etc.). A instalação do PMB no Debian necessita de algumas configurações extras, já no window$ e demais distribuições linux, basta criar o banco de dados e configurar as variáveis para conexão com o MySQL e utilizar o instalador do sistema &#8211; quem já instalou aplicações escritas em PHP/MySQL conhece tais procedimentos. Supondo que você já tenha o Apache, MySQL e PHP instalados no computador, para instalar no Debian/Ubuntu/Kurumin e demais distribuições baseadas no Debian basta seguir passos:</p>
<p>O PMB está disponível em: http://www.sigb.net/, após o download:</p>
<p>1.Copiar o arquivo baixado para o diretório  /var/www/ do apache;<br />
2.Descompactar arquivo .zip com o comando unzip (vai ser criado um diretório chamado “pmb”);<br />
3.Localizar o arquivo de configuração (db_param.inc.php) em pmb/includes/db_param.inc.php.exemple;<br />
4.Renomear arquivo “ db_param.inc.php.exemple” para “ db_param.inc.php”<br />
5.Abrir o arquivo de configuração em um editor de texto e modificar as variáveis de acesso ao banco de dados de acordo com as suas configurações:<br />
<code><br />
define('USER_NAME', 'username');<br />
define('USER_PASS', 'userpwd');<br />
define('DATA_BASE', 'dbname');<br />
define('SQL_TYPE',  'mysql');<br />
</code><br />
6.Modificar permissões no diretório do PMB:<br />
<code><br />
#cd /var/www<br />
#chown -R www-data:www-data pmb<br />
#chmod -R 640 pmb<br />
#chmod -R ug+X pmb</code></p>
<p>7.Executar o browser e digitar http://localhost/pmb/tables/install.php<br />
8.Escolher a codificação de caracteres e idioma<br />
9.Fornecer parâmetros para configuração do sistema<br />
10. Digitar no browser o endereço http://localhost/pmb/<br />
11. Autenticar no sistema: usuário e senha = admin</p>
<p>Caso queiram testar a ferramenta, basta acesse este endereço: <a title="PMB Demo" href="http://pmb.biblio.free.fr/">http://pmb.biblio.free.fr/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Modelo de Referência Conceitual CIDOC</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Organização do Conhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre em aulas referentes a planejamento e avaliação de softwares para bibliotecas, enfatizo a ausência de modelos conceituais para desenvolvimento de aplicações voltadas a biblioteconomia. Já pesquisei algumas vezes sobre isto, no intuito de encontrar algum design pathern, por exemplo, de um Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas, mas nunca obtive sucesso. Já pensei em iniciar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre em aulas referentes a planejamento e avaliação de softwares para bibliotecas, enfatizo a ausência de modelos conceituais para desenvolvimento de aplicações voltadas a biblioteconomia. Já pesquisei algumas vezes sobre isto, no intuito de encontrar algum design pathern, por exemplo, de um Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas, mas nunca obtive sucesso. Já pensei em iniciar um projeto de uma ontologia que especificasse os requisitos para automação de bibliotecas que contemplasse Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas e ferramentas para Bibliotecas/Repositórios Digitais, uma espécie de framework que modelasse os conceitos relevantes para área, artefato muito útil na engenharia de software baseada na reutilização. Algumas iniciativas, como FRBR, é algo que se aproxima desta minha proposta, todavia é restrito a registros bibliográficos e baseado no modelo entidade-relacionamento. Encontrei recentemente O Modelo de Referência Conceitual (<a href="http://cidoc.ics.forth.gr/">Conceptual Reference Model</a>) do CIDOC (International Council of Museums). Este modelo padronizado pela <a href="http://www.iso.org/iso/iso_catalogue/catalogue_tc/catalogue_detail.htm?csnumber=34424">ISO</a>, fornece definições e uma estrutura formal para descrever conceitos implícitos e explícitos e relacionamentos usados no patrimônio cultural, um framework semântico extensível destinado a criação de uma linguagem comum para especialistas de domínio. Achei a proposta muito interessante para intercâmbio de informações entre aparelhos culturais como museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações. Para quem tem interesse, <a href="http://www.dcc.ac.uk/events/cidoc-2008-glasgow/">acesse</a> estas apresentações sobre este modelo de referência,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Curso de Introdução a TI aplicado a Biblio e CI</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 23:38:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estou em Recife ministrando um curso de Introdução à Tecnologia da Informação aplicada à Biblioteconomia e Ciência da Informação na Universidade Federal de Pernambuco. Minha segunda experiência em treinamentos voltados à ferramentas open source em bibliotecas com carga horária de 20h. Ministrei este curso em julho deste ano em Fortaleza na Universidade Federal do Ceará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou em Recife ministrando um curso de Introdução à Tecnologia da Informação aplicada à Biblioteconomia e Ciência da Informação na Universidade Federal de Pernambuco. Minha segunda experiência em treinamentos voltados à ferramentas open source em bibliotecas com carga horária de 20h. Ministrei este curso em julho deste ano em Fortaleza na Universidade Federal do Ceará e devido a boa aceitação e público (teve bibliotecárias de órgãos públicos jurídicos e professoras de Teresina), agora pretendo ampliar e divulgar o curso em outras instituições de ensino e com ajuda do meu irmão Rod e o Gustavo Lima pude articular este evento aqui em Pernambuco.</p>
<p>Quem me conhece sabe que sou apaixonado por Pernambuco, pernambucanos (grandes amigos e irmãos) e pernambucanAs (claro <img src='http://roosewelt.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  )! Com certeza estes dias estão e serão maravilhosos na terra do eddie, mundolivre e negroove, bandas que sou fã! Quando finalizar o curso, publico as minhas críticas, reflexões e análises.</p>
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		<title>Experiências docentes em TI aplicada à Biblioteconomia: as avaliações</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 23:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando o relato sobre minhas experiências como professor, agora vou expor as avaliações realizadas com os alunos. Resolvi fazer 2 avaliações apenas, somar estas duas e dividir a nota por 2 para obter a média geral da disciplina. Na disciplina Informática Aplicada à BI e CI, decidi fazer uma prova prática (1ª nota) e um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o relato sobre minhas experiências como professor, agora vou expor as avaliações realizadas com os alunos. Resolvi fazer 2 avaliações apenas, somar estas duas e dividir a nota por 2 para obter a média geral da disciplina.</p>
<p>Na disciplina Informática Aplicada à BI e CI, decidi fazer uma prova prática (1ª nota) e um resumo, seguido de discussão em turma (2ª nota). Dividi então a turma em 4 grupos e instalei o WordPress em um servidor linux que configurei para Intranet em nosso laboratório. Criei 4 blogs e solicitei que cada grupo preenchesse um documento contendo o nome do grupo, o título, a estrutura e o conteúdo do blog. Após esta etapa pedi para que navegassem na Internet a procura de blogs e sites voltados a biblioteconomia e com base nesta pesquisa elaborar um blog específico na área e depois que eles começassem a trabalhar de forma colaborativa a estutura e conteúdo. Os seguintes blogs foram criados: 1 &#8211; Unibiblio: destinado a informações da turma do curso de biblio da UFC, 2- BiblioINFO: conteúdo geral sobre a área, enfatizando artigos, curiosidades e perfil profissional,  3 &#8211; Bibliokids: destinado a divulgação da literatura infantil (este ficou muito legal), 4 &#8211; BiblioINfoco: destinado a abordar o universo dos livros e objetiva disseminar informações sobre a área.<br />
A outra avaliação foi a leitura, elaboração de um resumo informativo e discussão e sala de aula do artigo “Automação de bibliotecas e centros de documentação: o processo de avaliação e seleção de softwares” de Corte et al. Eu, particularmente não gosto deste artigo, a leitura é densa, todavia, fundamental, pois apresenta vários critérios, requisitos e outors conceitos sobre automação de bibliotecas.</p>
<p>Foi muito interessante realizar uma avaliação não-convencional com a turma, e o legal é que além de mostrar como é simples criar um recurso para publicação e gestão de conteúdos na Web, os alunos puderam também perceber que trabalhar em colaboração utilizando alguma ferramenta é algo necessário na atualidade. Os alunos também tiveram o contato com as terminologias, padrões e tecnologias voltadas à área, bem como a discussão das problemáticas referentes ao uso de TI em bibliotecas e implantação de serviços de informação  na Web.</p>
<p>Na disciplina Tecnologia da Informação II, optei por fazer algo mais teórico. Dividi a turma também em 4 grupos e passei temáticas para elaborarem um artigo técnico-científico e apresentarem seminários (1ªnota) e leitura, resumo de  um texto e um filme (2ª nota). Os temas dos seminários foram:</p>
<p>* Biblioteca 2.0: blogs, wikis e softwares sociais<br />
* Propriedade Intelectual na Internet: copyright x copyleft<br />
* Web Semântica e suas implicações para organização e acesso à informação<br />
* Bibliotecas Digitais e Repositórios Institucionais</p>
<p>Passei o artigo “Segurança da informação: uma reflexão sobre o componente humano” de Denise Ranghetti Pilar da Silva e Lilian Milnitsky Stein publicado recentemente na revista Ciência e Cognição e depois com base no texto, assistimos ao filme Firewall, que aborda um outro contexto da segurança da informação. O resultado: os alunos por estarem ainda em início do curso, possuem ainda pouca habilidade para elaboração de artigos, por outro lado, eles possuem uma boa fluência verbal, desenvoltura e criatividade. A experiência foi positiva, pois perceberam que é necessário ler muito e estudar um pouco de metodologia do trabalho científico que logo estarão aptos a redigirem de acordo com os rigores científicos.</p>
<p>Na disciplina Banco de Dados pra U.I, fizemos apenas um trabalho sobre banco de dados relacionais e sua aplicabilidade em U.I, pois é uma disciplina que não dá para inovar muito, devido a ser muito técnica e os pressupostos serem mais voltados a computação. Na próxima turma vou realizar outras avaliações de cunho mais prático, como o projeto de um BD para dados bibliográficos ou arquivísticos.</p>
<p>Depois estarei publicando sobre a experiência como orientador e co-orientador de monografia de graduação e especialização a UFC.</p>
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