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	<title>Roosewelt Lins &#187; Cultura</title>
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	<description>biblioteconomia, ciência da informação e cultura colaborativa</description>
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		<title>Gambiarra Coletiva</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 04:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Gambiarra_coletiva é um projeto criado pelo DJ Roosewelt Lins e pelo músico Pedro Henrique, com participação do VJ Varga. Busca tocar o melhor da música usando softwares livres e participação do público em geral, seja na instalação e manuseio de equipamentos. O set abaixo refere-se algumas faixas tocadas no ERECOM 2010. BrazucaSambaGroove by gambiarracoletiva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gambiarra_coletiva é um projeto criado pelo DJ Roosewelt Lins e pelo músico Pedro Henrique, com participação do VJ Varga. Busca tocar o melhor da música usando softwares livres e participação do público em geral, seja na instalação e manuseio de equipamentos. O set abaixo refere-se algumas faixas tocadas no ERECOM 2010.</p>
<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fgambiarracoletiva%2Fbrazucasambagroove"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fgambiarracoletiva%2Fbrazucasambagroove" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/gambiarracoletiva/brazucasambagroove">BrazucaSambaGroove</a> by <a href="http://soundcloud.com/gambiarracoletiva">gambiarracoletiva</a></span> </p>
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		<title>Seminário Novas formas de sociabilidade: sociedade em rede e a emergência do pós-humano</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 22:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O evento será realizado no dia 24 deste mês, às 15h, no Laboratório IV, no Centro de Ciências Sociais da UFMA, contará com a participação de Thiago Novaes (Unicamp), Bruno Rogens (UFMA) e Roosewelt Lins (UFMA). O Seminário &#8220;Novas formas de sociabilidade: sociedade em rede e a emergência do pós-humano&#8221; busca discutir as formas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2010/06/cibernetico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-349" title="cibernético" src="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2010/06/cibernetico.jpg" alt="" width="454" height="359" /></a></p>
<p>O evento será realizado no dia 24 deste mês, às 15h, no Laboratório IV, no Centro de Ciências Sociais da UFMA, contará com a participação de <a href="http://blogs.metareciclagem.org/novaes/">Thiago Novaes</a> (Unicamp), <a href="http://mrrogens.blogspot.com">Bruno Rogens </a>(UFMA) e <a href="http://roosewelt.com">Roosewelt Lins</a> (UFMA).</p>
<p>O Seminário &#8220;Novas formas de sociabilidade: sociedade em rede e a emergência do pós-humano&#8221; busca discutir as formas de sociabilidade na contemporaneidade, tomando como base a crise da propriedade e o poder descentralizador das tecnologias informacionais e sua relação com o corpo, a imagem e a política O evento é aberto ao público interessado em um debate crítico que envolve acesso aos bens comuns, propriedade intelectual e tecnologias colaborativas. A participação é aberta e gratuita, com direito a certificado e o evento será transmitido ao vivo via web.</p>
<p>Apresentador</p>
<p>Thiago Novaes é bacharel em Ciência Política, coordenou em 2005 a implementação dos Pontos de Cultura Digital junto ao Ministério da Cultura, integrando a Coordenação do Projeto Casa Brasil em 2006. Trabalhou de 2002 a 2004 como pesquisador na Diretoria de TV Digital do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CPqD), responsável por serviços interativos e audiovisual. Atua há 10 anos em pesquisa e implementação de rádios de baixa potência, tendo publicado traduções e artigos sobre o tema. Atualmente cursa o mestrado em Antropologia pós-Social na UNICAMP, investigando a relação humano-técnica e os rumos que o direito autoral e a propriedade intelectual estão tomando. É integrande do coletivo (Des)Centro. que desenvolve ações descentralizadas e colaborativas de produção cultural e transformação social com base na apropriação crítica de mídias.</p>
<p>Debatedor</p>
<p>Bruno Rogens é sociólogo e mestre em Ciências Sociais. Trabalha com ensino e pesquisa no campo da Sociologia da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: Epistemologia das Ciências Humanas, Cultura Popular, Inclusão digital, Propriedade Intelectual e Software Livre. Foi professor de sociologia no IFET-MA, é integrante do Projeto Software Livre Maranhão  e professor do Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMA.</p>
<p>Moderador</p>
<p>Roosewelt Lins é bibliotecário e mestre em Ciências da Computação. Têm experiência em ensino e pesquisa em tecnologias livres. Foi professor da UFC e trabalhou em projetos ligados a informática educativa e bibliotecas comunitárias. Vem incentivando o uso de softwares livres em bibliotecas desde 2004, através de oficinas, palestras, publicações e implementação de projetos. Atualmente é professor do Departamento de Biblioteconomia da UFMA, integrante do Projeto Software Livre Maranhão, e da comunidade EstudioLivre.org e desenvolve projetos voltados a apropriação social de tecnologias livres e intervenções culturais em organizações sociais.<br />
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		<title>Cultura Livre em Bibliotecas</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 03:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Metareciclagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Venho falando sobre a cultura livre em bibliotecas. Parto do conceito da apropriação social de tecnologias em bibliotecas com base em ferramentas de código aberto e práticas colaborativas. Esta apropriação é uma crítica ao discurso operacional de uso de tecnologias apenas para automação de rotinas administrativas e processamento técnico em bibliotecas. Este discurso geralmente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho falando sobre a cultura livre em bibliotecas. Parto do conceito da apropriação social de tecnologias em bibliotecas com base em ferramentas de código aberto e práticas colaborativas. Esta apropriação é uma crítica ao discurso operacional de uso de tecnologias apenas para automação de rotinas administrativas e processamento técnico em bibliotecas. Este discurso geralmente é sedimentado em pressupostos gerenciais, técnicos, materiais, pouco se fala como a tecnologias pode ser utilizada para promover a leitura, o estímulo a produção intelectual e uso criativo no âmbito das bibliotecas.</p>
<p>Apesar da moda em torno do conceito de cultura livre e colaborativa, se formos pensar a colaboração é uma noção não muito distante no campo da biblioteconomia. O intercâmbio  de acervos bibliográficos, catálogos cooperativos, comutação bibliográfica, padrões de interoperabilidade, iniciativa de arquivos abertos e implementação de repositórios digitais, são exemplos de recursos que tem como eixo central o compartilhamento da informação. Diversas instituições colaboram para formação de uma rede de troca de informações através de consórcios ou sistemas bibliográficos integrados.  Ferramentas baseadas na filosofia do software livre vem sendo amplamente utilizadas em bibliotecas, quer seja um sistema de gerenciamento de bibliotecas, ferramentas para repositórios digitais ou um sistema de gerenciamento de conteúdo, dentre outros. Se tomarmos como evidência o papel da biblioteca pública, veremos que esta sempre esteve associada a socialização do saber registrado, assim como também ações que estimulem a produção deste saber. Então tomemos estes pontos como parâmetro e podemos afirmar que a biblioteconomia já trabalha com práticas colaborativas e manifestações livres para disseminação de documentos e democratização do conhecimento. Esta afirmação é tendenciosa e delicada, já que a biblioteconomia tem uma forte tradição técnica, pouca discussão social e muita prática proprietária (<a href="http://roosewelt.com/2008/11/18/frbr-rda-e-padroes/">FRBR, RDA e padrões</a>, <a href="http://roosewelt.com/2008/11/01/politicas-publicas-de-informatizacao-em-bibliotecas/">Políticas públicas de informatização em bibliotecas</a>).</p>
<p>Acontece que falamos muito em tecnologia e esquecemos o uso criativo e crítico destas no contexto social. Como o <a href="http://morenobarros.com">Moreno Barros</a> tem falado em algumas palestras, muita gente tem celular, pen drive, mp3 player, msn, orkut, alguns possuem câmeras e filmadoras digitais, etc. e que as bibliotecas brasileiras ainda continuam ignorando estas ferramentas. Eu acrescento mais ainda, existem bibliotecas que possuem computadores com webcam, scanners, internet (algumas já estão com rede sem fio), etc. Muito poucas bibliotecas utilizam estes aparatos tecnológicos como uma forma de aproximar o usuário e dinamizar suas atividades. Então como poderíamos propor uma &#8220;solução social&#8221; para este impasse? Podemos dizer que atividades de dinamização podem ser implementadas usando recursos tecnológicos visando criar um ambiente mais interativo, participativo e inteligente, embora existam diversos condicionantes culturais e políticos que podem restringir tais práticas. As atividades são baseadas nos seguintes pressupostos:</p>
<p><strong>Streaming media</strong>: pode ser utilizado em bibliotecas que possuem conectividade com a Internet e possuem uma simples webcam e microfone. Uma conversa literária com autores e especialistas através de uma conferência virtual nas dependências de uma biblioteca é uma coisa muito simples e de grande valor. Uma biblioteca pode ter sua própria webrádio e/ou webTV e assim divulgar os serviços, produtos, eventos e conteúdo jornalístico através de uma programação livre e comunitária.</p>
<p><strong>Acervos livres</strong>: formação e desenvolvimento de coleções com base na cultura livre. Obras que possuem licenças flexíveis ou que estão em domínio público, fanzines, produções multimídias criadas pela própria comunidade registradas em CD, DVD ou mesmo on-line. Política de seleção e aquisição de forma colaborativa. Compartilhamento de políticas entre bibliotecas, comunidades de leitores e pesquisadores podem utilizar wiki para criar diretrizes para o desenvolvimento de coleções. Isto aproxima o usuário das políticas das bibliotecas e quebra com o autoritarismo bibliotecário.</p>
<p><strong>Metareciclagem</strong>: fim social para o lixo tecnológico. Pode ser utilizada para implantação de computadores nas bibliotecas, móveis reciclados e criação de objetos decorativos com base na artesania digital. Na MetaRec, a criatividade é que regula a utilidade dos equipamentos, é uma das práticas mais interessantes que vem sendo desenvolvidas em projetos culturais.</p>
<p><strong>Produção multimídia:</strong> Vídeo, áudio, fotografia para estimular a leitura, fazer releituras de obras literárias através de imagens, vídeos, músicas. Criar obras derivadas e produção compartilhada usando ferramentas multimídias livres.</p>
<p><strong>Publicação de conteúdo:</strong> Uso de ferramentas colaborativas para gerenciamento de conteúdo: blogs, wikis, portais, banco de imagens. Usados para estimular a leitura, escrita, conversação e o ativismo em rede.</p>
<p><strong>Softwares livres para automação</strong>: Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas sob a filosofia livre. Ferramentas para criação de bibliotecas digitais e repositórios institucionais. Promover a autonomia tecnológica, segurança, estabilidade, economia e customização de aplicações e incentivo a padrões abertos.</p>
<p><strong>Economia solidária e auto-gestão:</strong> A economia solidária pode ser aplicada como uma solução para sustentabilidade de bibliotecas comunitárias, por exemplo. Uma proposta de gestão de recursos fundamentada na valorização do ser humano e não do capital, centrada cooperação, colaboração, associativismo, autonomia e experimentação.</p>
<p><strong>Acessibilidade na bibliotecas.</strong> Escaneamento de capítulo ou obras completadas usando OCR, que permite o reconhecimento de caracteres e depois a conversão para um arquivo em formato digital e assim uma pessoa cega pode usar um leitor de tela para ler o texto.  Essa prática é ilegal, já que infringe as leis de direitos autorais, portanto não podemos compartilhar em rede para que outras pessoas possam utilizar aquela informação. O curioso é que conheço pessoas que vem fazendo isso e estas gostariam com certeza de compartilhar com outras bibliotecas e usuários, mas&#8230;.</p>
<p>Estes são alguns dos pressupostos que até agora observo como relevantes, tudo ainda está em fase embrionária. Estamos formando um núcleo de estudos na UFMA que tem como objetivo primordial discutir as tecnologias livres e a cultura colaborativa. Pretendemos unir conceitos libertários de aprendizado à produção e circulação de bens imateriais e padrões tecnológicos. Desta forma, os pressupostos citados servem como sustentação das práticas em um projeto de criação de um ponto de cultura em uma comunidade em São Luís. Como bibliotecário vejo que a biblioteca é um aparelho cultural que negligencia esses pressupostos, portanto estamos pesquisando conceitos, definindo metodologias, tentando entender a cultura conservadora, mercadológica e elitista enraizada nas bibliotecas e na biblioteconomia brasileira.</p>
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		<title>Livro sobre Acesso ao Conhecimento no Brasil disponível para download</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 22:53:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[o Information Society Project (ISP) da Escola de Direito de Yale, disponibiliza para download e volume impresso para venda, o livro “Acesso ao Conhecimento no Brasil: Novas pesquisas em Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (obra em inglês). O volume é o primeiro de uma nova série de pesquisa a respeito do acesso ao conhecimento, publicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://www.law.yale.edu/images/ISP/A2KBrazil_sm.jpg" title="Access to Knowledge in Brazil: New Research on Intellectual Property, Innovation and Development" class="alignnone" width="200" height="296" /><br />
o Information Society Project (ISP) da Escola de Direito de Yale, disponibiliza para download e volume impresso para venda, o livro “<a href="http://www.lulu.com/content/4439242">Acesso ao Conhecimento no Brasil: Novas pesquisas em Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (obra em inglês)</a>. O volume é o primeiro de uma nova série de pesquisa a respeito do acesso ao conhecimento, publicado pelo Information Society Project de Yale. <a href="http://www.culturalivre.org.br/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=238&#038;Itemid=40">referência</a></p>
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		<title>Site do Junio Barreto inacessível</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 21:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisando sobre o cantor e compositor Junio Barreto, encontrei o site oficial do artista. Acredito que deve ter sido desenvolvido e publicado recentemente, pois até então não existia um site oficial. Quando cliquei no link, logo achei interessante a arte do site, todavia, foi feito todo em flash e o pior é que só pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/08/junio-site.png"><img class="alignnone size-full wp-image-111" title="Site do Junio Barreto" src="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/08/junio-site.png" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p>Pesquisando sobre o cantor e compositor <a href="http://www.juniobarreto.com.br/">Junio Barreto</a>, encontrei o site oficial do artista. Acredito que deve ter sido desenvolvido e publicado recentemente, pois até então não existia um site oficial. Quando cliquei no link, logo achei interessante a arte do site, todavia, foi feito todo em flash e o pior é que só pode ser visualizado em navegador Internet Explorer, usuários de Firefox e outros browsers não conseguem navegar e acessar tal conteúdo. A priori, pensei que fosse a renderização do Firefox no debian linux, porém o problema ocorre também no windows. Isso é um grande problema na área de desenvolvimento de interfaces Web, pois muitos profissionais não relacionam a estética de um layout com acessibilidade. Pode-se usar flash juntamente com padrões web, desde que o site não seja feito totalmente em flash, pois esta tecnologia é mais adequada para aplicativos multimídias, animações, banners, etc. agora é um grande pecado usar para criar menus e conteúdo, pois dificulta a navegação e indexação pelas ferramentas de busca que não foram projetadas para recuperar conteúdos em um arquivo .swf.</p>
<p>Junio Barreto é um pernambucano de Caruaru que mescla música popular com samba e maracatu com elementos eletrônicos, criando uma música universal e ao mesmo tempo regional. Conheci a obra do autor em janeiro de 2007, quando o Lúcio, amigo bibliotecário de Olinda, passou o disco e logo logo estava eu embriagado com sua musicalidade e poesia. Tive o prazer de assistir a um show no carnaval multicultural em Recife 2008 na Várzea, juntamente com meu brother <a title="Rod e ergonomia" href="http://extralibris.org/ergonomia/sobre">Rod</a> e nesse mesmo dia vimos Mundo Livre S/A, a belissíma Roberta Sá, Ortinho e outros, foi muito bom por sinal. Agora o problema é que nem vou poder acompanhar informações sobre o cara, infelizmente!</p>
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		<title>Modelo de Referência Conceitual CIDOC</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Organização do Conhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre em aulas referentes a planejamento e avaliação de softwares para bibliotecas, enfatizo a ausência de modelos conceituais para desenvolvimento de aplicações voltadas a biblioteconomia. Já pesquisei algumas vezes sobre isto, no intuito de encontrar algum design pathern, por exemplo, de um Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas, mas nunca obtive sucesso. Já pensei em iniciar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre em aulas referentes a planejamento e avaliação de softwares para bibliotecas, enfatizo a ausência de modelos conceituais para desenvolvimento de aplicações voltadas a biblioteconomia. Já pesquisei algumas vezes sobre isto, no intuito de encontrar algum design pathern, por exemplo, de um Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas, mas nunca obtive sucesso. Já pensei em iniciar um projeto de uma ontologia que especificasse os requisitos para automação de bibliotecas que contemplasse Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas e ferramentas para Bibliotecas/Repositórios Digitais, uma espécie de framework que modelasse os conceitos relevantes para área, artefato muito útil na engenharia de software baseada na reutilização. Algumas iniciativas, como FRBR, é algo que se aproxima desta minha proposta, todavia é restrito a registros bibliográficos e baseado no modelo entidade-relacionamento. Encontrei recentemente O Modelo de Referência Conceitual (<a href="http://cidoc.ics.forth.gr/">Conceptual Reference Model</a>) do CIDOC (International Council of Museums). Este modelo padronizado pela <a href="http://www.iso.org/iso/iso_catalogue/catalogue_tc/catalogue_detail.htm?csnumber=34424">ISO</a>, fornece definições e uma estrutura formal para descrever conceitos implícitos e explícitos e relacionamentos usados no patrimônio cultural, um framework semântico extensível destinado a criação de uma linguagem comum para especialistas de domínio. Achei a proposta muito interessante para intercâmbio de informações entre aparelhos culturais como museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações. Para quem tem interesse, <a href="http://www.dcc.ac.uk/events/cidoc-2008-glasgow/">acesse</a> estas apresentações sobre este modelo de referência,</p>
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		<title>Biblioblogs e conteúdo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 15:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[É indubtável o valor dos blogs para difusão de conteúdos: novidades, dicas, resenhas, curiosidades, imagens, etc. Porém o que vejo na biblioteconomia é uma carência total destes conteúdos em alguns blogs. Quando entro na Internet, a primeira coisa que faço é verificar emails, depois vou aos principais blogs e sites em biblioteconomia no intuito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É indubtável o valor dos blogs para difusão de conteúdos: novidades, dicas, resenhas, curiosidades, imagens, etc. Porém o que vejo na biblioteconomia é uma carência total destes conteúdos em alguns blogs. Quando entro na Internet, a primeira coisa que faço é verificar emails, depois vou aos principais blogs e sites em biblioteconomia no intuito de ler alguma notícia, mas raramente encontro algum texto interessante. Sinto um eterno vazio informacional, sem saber como faço para ficar atualizado/informado do que acontece na biblioteconomia brasileira. As revistas da área poderiam ser uma solução, contudo, nem sempre queremos ler este tipo de gênero textual científico, queremos obter informações de eventos (conferências, lançamentos de livros/revistas/filmes, exposições), relatos de experiências, notícias, etc., ou seja, algo de cunho jornalístico e não artigos acadêmicos. Dos poucos blogs da nossa área, existem dois que eu acho muito interessante: <a title="Biblioteconomia de Babel" href="http://bibbabel.wordpress.com/">Biblioteconomia de Babel</a> (anda meio desatualizado) e <a title="Biblioteconomia para concursos" href="http://extralibris.org/concursos">Biblioteconomia para Concursos</a>. O primeiro é um grupo de bibliotecárias formadas pela UFRGS que disponibilizam muitos textos legais sobre música, visão inovadora da área e idéias não-convencionais. Já o Biblioteconomia para Concursos é um blog destinado aos concurseiros da área que disponibiliza análise de provas, dicas, relatos de experiência e outras informações relevantes e sempre atualizado pelo meus brothers Gustavo e Rodrigo juntamente com seus novos colaboradores. Creio que muitos estudantes e profissionais possuem também uma necessidade de informação atualizada e não-científica e com certeza a maioria dos blogueiros/editores possuem bagagem suficiente para publicar mais conteúdos de qualidade, basta reservarem um tempinho, deixar as idéias fluirem, ampliarem suas redes de contatos e fazem uso mais intensivo da colaboração e assim iremos romper com a falta de dinamismo, constância, compromisso e, conteúdo atualizado, acima de tudo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encontro do Plano Estadual do Livro e da Leitura</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 15:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 3 a 5 de janeiro de 2008 aconteceu o Encontro do PELL – Plano Estadual do Livro e da Leitura, cujo tema foi “Por um Pacto Social pelo Livro”. O evento foi realizado pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, no belíssimo Hotel Oásis Praia das Fontes, em Beberibe-CE (vejam as fotos). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/02/reniao.jpg" title="Reunião da Cadeia Mediadora 1"><img src="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/02/reniao.jpg" alt="Reunião da Cadeia Mediadora 1" /></a></p>
<p>Nos dias 3 a 5 de janeiro de 2008 aconteceu o Encontro do PELL  – Plano Estadual do Livro e da Leitura,  cujo tema foi “Por um Pacto Social pelo Livro”. O evento foi realizado  pela Secretaria da Cultura do Estado  do Ceará, no belíssimo Hotel  Oásis Praia das Fontes, em Beberibe-CE (<a href="http://flickr.com/photos/roosewelt/tags/pell/">vejam as fotos</a>). O evento teve como objetivos principais conceber as estratégias de mobilização  e elaboração do  Plano Estadual do Livro e da Leitura (PELL)  e aprovar um documento específico com diretrizes, políticas e propostas  para este plano.<br />
O encontro contou com a presença de representantes do  PNLL &#8211; Plano Nacional  do Livro e da Leitura, Ministério da Cultura, Ministério da Educação  e Fundação Biblioteca Nacional. Participei do referido evento como representante da Câmara Municipal de Fortaleza, pelo fato de coordenar o Projeto &#8220;Eu Gosto de Ler&#8221;, citado no post anterior.</p>
<p>Para discutir e propor ações em prol do livro e da leitura, foram criadas 5 cadeias temáticas consideradas relevantes: cadeia reguladora, cadeia criativa, cadeia mediadora 1 e cadeia mediadora 2 e cadeia formadora. Tomou-­se como parâmetro 5 equipamentos culturais: sistemas estadual, escolar, comunitário e empresarial  de bibliotecas. Participei da cadeia mediadora 1 juntamente como algumas bibliotecárias e mediadores de leitura no estado. Diversas questões foram colocadas, tomando como base as modernização e dinamização de bibliotecas e atividades de incentivo à leitura, alguns pontos abordados estão elencados de forma resumida <a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/02/cadeia_mediadora1.pdf" title="Cadeia Mediadora1">neste documento</a>.</p>
<p>Creio que eventos desta natureza são de grande valia, porém a visão de cima para baixo, muitas vezes não enfocam a verdadeira necessidade das bibliotecas, a necessidade de publicar, o nível de formação, etc. Cada cadeia tem um ponto de vista a ser considerado, na cadeia produtora,os autores, por exemplo, querem publicar e muitos não tem uma postura comercial em primeiro momento e as editoras querem lucros e as novas modalidades de licenciamento geralmente não são tomadas como parâmetro pela cadeia reguladora, assim, existe uma discrepância entre estas cadeias e não são transversais e muitas vezes não possuem consenso por partes destas.  Os professores formam profissionais, mas de forma positiva, cartesiana e unidimensional. Gestores públicos têm uma visão romântica e quantitativa sobre o livro, afirmam que o livro é o instrumento de salvação da sociedade, pois combate a violência e intelectualiza sujeitos, acham que comprando milhares de exemplares resolveria as mazelas sociais.</p>
<p>Uma questão que eu particularmente achei muito relevante é sobre a sustentabilidade das bibliotecas comunitárias, infelizmente a biblioteconomia possui pouca pesquisa sobre isso, mesmo existindo algumas iniciativas de sucesso, mas nossos teóricos negligenciam tal questão, o que resulta em uma tremenda escassez de literatura. Assim, uma amiga introduziu conceitos da economia solidária para a sustentabilidade das bibliotecas e também a regulamentação destas como organizações sem-fins-lucrativos para poderem receber repasses do Estado. Porém, o Secretário de Cultura colocou que muitas bibliotecas comunitárias no estado de São Paulo, por exemplo, que funcionam sustentadas pelas idéias anarquistas, não querem receber verbas do Estado e funcionam perfeitamente com base nos princípios da auto-gestão.</p>
<p>Um outro ponto debatido por mim e alguns que defendem a cultura livre, foi a introdução das novas formas de licenciamento para obras impressas, pois muitas gravadoras, produtoras de vídeos, fotógrafos e outras ferramentas da indústria cultural já atentaram para a questão da facilidade de criação e compartilhamento auxiliada pelas tecnologias de informação. Contudo, a maioria das editoras por visarem acima de tudo lucros ainda vivem em um modelo comercial fechado, não são adeptas destas novas abordagens e tampouco usariam o princípio colaborativo para editar, publicar e difundir obras em formato impresso e digital. Poucas editoras reservam alguns direitos autorais, e também não existe um mecanismo que permita facilmente publicar algo utilizando tecnologias. Surgiu a idéia de criar um selo independente, similar ao que acontece na &#8220;indústria&#8221; fonográfica mais underground, mas isto precisa ser melhor discutido tanto pelo ponto de vista da produção quanto da regulação.  Este post seria imenso caso fosse abordar tudo que fora discutido, tanto no que diz respeito a situação das bibliotecas quanto na regulamentação, na produção, divulgação e outras variáveis relevantes no contexto de políticas culturais.</p>
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		<title>Projeto Eu Gosto de Ler</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 17:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde Agosto de 2007 que estou atuando em um projeto de incentivo à leitura e criação de bibliotecas comunitárias: O Projeto Eu Gosto de Ler. Este projeto é uma iniciativa de incentivo à leitura e estímulo à cultura promovida pela Vereadora Fátima Leite (PHS). Consiste em uma campanha de doação de livros para implantação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/02/eugostodeler.png" title="Logo do Projeto Eu Gosto de Ler"><img src="http://roosewelt.com/wp-content/uploads/2008/02/eugostodeler.png" alt="Logo do Projeto Eu Gosto de Ler" /></a></p>
<p>Desde Agosto de 2007 que estou atuando em um projeto de incentivo à leitura e criação de bibliotecas comunitárias: O Projeto Eu Gosto de Ler. Este projeto é uma iniciativa de incentivo à leitura e estímulo à cultura promovida pela <a href="http://www.fatimaleite.com">Vereadora Fátima Leite</a> (PHS). Consiste em uma campanha de doação de livros para implantação de bibliotecas comunitárias no município de Fortaleza. O projeto tem a força de congregar comunidades em torno da luta pela emancipação social e cultural através do acesso à informação no âmbito das bibliotecas.</p>
<p>Até o presente momento já foram inauguradas duas bibliotecas, existem outras duas em processo de criação e mais cinco solicitações pendentes. As bibliotecas implantadas são: Biblioteca da Casa do Cantador e Biblioteca do Genibaú.  A próxima biblioteca será no bairro Dias Macedo, na comunidade Rainha da Paz e será inaugurada no dia 18 de fevereiro de 2008.</p>
<p>A Biblioteca da Casa do Cantador fica localizada no Bairro Carlito Pamplona. Este espaço possui um acervo de obras cearenses (inclusive algumas raras), literatura de cordel e livros didáticos.<br />
A Biblioteca do Genibaú fica localizada no Bairro Genibaú. A biblioteca possui um acervo composto de livros didáticos, literatura e obras religiosas.</p>
<p>Em novembro de 2007 realizei o <a href="http://extralibris.org/blog/?p=407">I Seminário de Incentivo à Leitura</a>, visando divulgar as bibliotecas e discutir o papel das bibliotecas comunitárias, formação de leitores e outros pontos. Ainda este mês serão realizadas oficinas integradas para dinamização das bibliotecas, oficinas que trabalharão a leitura integrada às diversas linguagens artísticas. Esta experiência tem sido muito gratificante, pois consigo aplicar conhecimentos da época da graduação que obtive em disciplinas e projetos de extensão que participei, permitiu também revisar fundamentos sobre o valor social das bibliotecas comunitárias, as práticas de leitura e movimentos sociais, além de ser um aprendizado político e social, perfeito para equilibrar minhas vertentes tecnológicas.</p>
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