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	<title>Roosewelt Lins &#187; Multimídia</title>
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	<description>biblioteconomia, ciência da informação e cultura colaborativa</description>
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		<title>Gambiarra Coletiva</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 04:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gambiarra_coletiva é um projeto criado pelo DJ Roosewelt Lins e pelo músico Pedro Henrique, com participação do VJ Varga. Busca tocar o melhor da música usando softwares livres e participação do público em geral, seja na instalação e manuseio de equipamentos. O set abaixo refere-se algumas faixas tocadas no ERECOM 2010. BrazucaSambaGroove by gambiarracoletiva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gambiarra_coletiva é um projeto criado pelo DJ Roosewelt Lins e pelo músico Pedro Henrique, com participação do VJ Varga. Busca tocar o melhor da música usando softwares livres e participação do público em geral, seja na instalação e manuseio de equipamentos. O set abaixo refere-se algumas faixas tocadas no ERECOM 2010.</p>
<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fgambiarracoletiva%2Fbrazucasambagroove"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fgambiarracoletiva%2Fbrazucasambagroove" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/gambiarracoletiva/brazucasambagroove">BrazucaSambaGroove</a> by <a href="http://soundcloud.com/gambiarracoletiva">gambiarracoletiva</a></span> </p>
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		<title>Multimídia e Software Livre</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 13:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[dsc_0027.jpg, upload feito originalmente por roosewelt. Estive recentemente no campus da UFMA em Imperatriz, ministrando juntamente com meu brother de longas datas, Pedro Henrique, a oficina Multimídia e Software Livre no curso de Jornalismo. Informações em: http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=OficinaMultimidiaSoftwareLivre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left; padding: 3px;">
<a href="http://www.flickr.com/photos/roosewelt/4528667805/" title="photo sharing"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4025/4528667805_91b11bba2e.jpg" style="border: solid 2px #000000;" alt="" /></a><br />
<br />
<span style="font-size: 0.8em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/roosewelt/4528667805/">dsc_0027.jpg</a>, upload feito originalmente por <a href="http://www.flickr.com/people/roosewelt/">roosewelt</a>.</span>
</div>
<p>
Estive recentemente no campus da UFMA em Imperatriz, ministrando juntamente com meu brother de longas datas, Pedro Henrique, a oficina <strong>Multimídia e Software Livre</strong> no curso de Jornalismo.<br />
Informações em: <a href="http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=OficinaMultimidiaSoftwareLivre">http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page=OficinaMultimidiaSoftwareLivre</a></p>
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		<title>Cultura Livre em Bibliotecas</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 03:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Metareciclagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Venho falando sobre a cultura livre em bibliotecas. Parto do conceito da apropriação social de tecnologias em bibliotecas com base em ferramentas de código aberto e práticas colaborativas. Esta apropriação é uma crítica ao discurso operacional de uso de tecnologias apenas para automação de rotinas administrativas e processamento técnico em bibliotecas. Este discurso geralmente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho falando sobre a cultura livre em bibliotecas. Parto do conceito da apropriação social de tecnologias em bibliotecas com base em ferramentas de código aberto e práticas colaborativas. Esta apropriação é uma crítica ao discurso operacional de uso de tecnologias apenas para automação de rotinas administrativas e processamento técnico em bibliotecas. Este discurso geralmente é sedimentado em pressupostos gerenciais, técnicos, materiais, pouco se fala como a tecnologias pode ser utilizada para promover a leitura, o estímulo a produção intelectual e uso criativo no âmbito das bibliotecas.</p>
<p>Apesar da moda em torno do conceito de cultura livre e colaborativa, se formos pensar a colaboração é uma noção não muito distante no campo da biblioteconomia. O intercâmbio  de acervos bibliográficos, catálogos cooperativos, comutação bibliográfica, padrões de interoperabilidade, iniciativa de arquivos abertos e implementação de repositórios digitais, são exemplos de recursos que tem como eixo central o compartilhamento da informação. Diversas instituições colaboram para formação de uma rede de troca de informações através de consórcios ou sistemas bibliográficos integrados.  Ferramentas baseadas na filosofia do software livre vem sendo amplamente utilizadas em bibliotecas, quer seja um sistema de gerenciamento de bibliotecas, ferramentas para repositórios digitais ou um sistema de gerenciamento de conteúdo, dentre outros. Se tomarmos como evidência o papel da biblioteca pública, veremos que esta sempre esteve associada a socialização do saber registrado, assim como também ações que estimulem a produção deste saber. Então tomemos estes pontos como parâmetro e podemos afirmar que a biblioteconomia já trabalha com práticas colaborativas e manifestações livres para disseminação de documentos e democratização do conhecimento. Esta afirmação é tendenciosa e delicada, já que a biblioteconomia tem uma forte tradição técnica, pouca discussão social e muita prática proprietária (<a href="http://roosewelt.com/2008/11/18/frbr-rda-e-padroes/">FRBR, RDA e padrões</a>, <a href="http://roosewelt.com/2008/11/01/politicas-publicas-de-informatizacao-em-bibliotecas/">Políticas públicas de informatização em bibliotecas</a>).</p>
<p>Acontece que falamos muito em tecnologia e esquecemos o uso criativo e crítico destas no contexto social. Como o <a href="http://morenobarros.com">Moreno Barros</a> tem falado em algumas palestras, muita gente tem celular, pen drive, mp3 player, msn, orkut, alguns possuem câmeras e filmadoras digitais, etc. e que as bibliotecas brasileiras ainda continuam ignorando estas ferramentas. Eu acrescento mais ainda, existem bibliotecas que possuem computadores com webcam, scanners, internet (algumas já estão com rede sem fio), etc. Muito poucas bibliotecas utilizam estes aparatos tecnológicos como uma forma de aproximar o usuário e dinamizar suas atividades. Então como poderíamos propor uma &#8220;solução social&#8221; para este impasse? Podemos dizer que atividades de dinamização podem ser implementadas usando recursos tecnológicos visando criar um ambiente mais interativo, participativo e inteligente, embora existam diversos condicionantes culturais e políticos que podem restringir tais práticas. As atividades são baseadas nos seguintes pressupostos:</p>
<p><strong>Streaming media</strong>: pode ser utilizado em bibliotecas que possuem conectividade com a Internet e possuem uma simples webcam e microfone. Uma conversa literária com autores e especialistas através de uma conferência virtual nas dependências de uma biblioteca é uma coisa muito simples e de grande valor. Uma biblioteca pode ter sua própria webrádio e/ou webTV e assim divulgar os serviços, produtos, eventos e conteúdo jornalístico através de uma programação livre e comunitária.</p>
<p><strong>Acervos livres</strong>: formação e desenvolvimento de coleções com base na cultura livre. Obras que possuem licenças flexíveis ou que estão em domínio público, fanzines, produções multimídias criadas pela própria comunidade registradas em CD, DVD ou mesmo on-line. Política de seleção e aquisição de forma colaborativa. Compartilhamento de políticas entre bibliotecas, comunidades de leitores e pesquisadores podem utilizar wiki para criar diretrizes para o desenvolvimento de coleções. Isto aproxima o usuário das políticas das bibliotecas e quebra com o autoritarismo bibliotecário.</p>
<p><strong>Metareciclagem</strong>: fim social para o lixo tecnológico. Pode ser utilizada para implantação de computadores nas bibliotecas, móveis reciclados e criação de objetos decorativos com base na artesania digital. Na MetaRec, a criatividade é que regula a utilidade dos equipamentos, é uma das práticas mais interessantes que vem sendo desenvolvidas em projetos culturais.</p>
<p><strong>Produção multimídia:</strong> Vídeo, áudio, fotografia para estimular a leitura, fazer releituras de obras literárias através de imagens, vídeos, músicas. Criar obras derivadas e produção compartilhada usando ferramentas multimídias livres.</p>
<p><strong>Publicação de conteúdo:</strong> Uso de ferramentas colaborativas para gerenciamento de conteúdo: blogs, wikis, portais, banco de imagens. Usados para estimular a leitura, escrita, conversação e o ativismo em rede.</p>
<p><strong>Softwares livres para automação</strong>: Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas sob a filosofia livre. Ferramentas para criação de bibliotecas digitais e repositórios institucionais. Promover a autonomia tecnológica, segurança, estabilidade, economia e customização de aplicações e incentivo a padrões abertos.</p>
<p><strong>Economia solidária e auto-gestão:</strong> A economia solidária pode ser aplicada como uma solução para sustentabilidade de bibliotecas comunitárias, por exemplo. Uma proposta de gestão de recursos fundamentada na valorização do ser humano e não do capital, centrada cooperação, colaboração, associativismo, autonomia e experimentação.</p>
<p><strong>Acessibilidade na bibliotecas.</strong> Escaneamento de capítulo ou obras completadas usando OCR, que permite o reconhecimento de caracteres e depois a conversão para um arquivo em formato digital e assim uma pessoa cega pode usar um leitor de tela para ler o texto.  Essa prática é ilegal, já que infringe as leis de direitos autorais, portanto não podemos compartilhar em rede para que outras pessoas possam utilizar aquela informação. O curioso é que conheço pessoas que vem fazendo isso e estas gostariam com certeza de compartilhar com outras bibliotecas e usuários, mas&#8230;.</p>
<p>Estes são alguns dos pressupostos que até agora observo como relevantes, tudo ainda está em fase embrionária. Estamos formando um núcleo de estudos na UFMA que tem como objetivo primordial discutir as tecnologias livres e a cultura colaborativa. Pretendemos unir conceitos libertários de aprendizado à produção e circulação de bens imateriais e padrões tecnológicos. Desta forma, os pressupostos citados servem como sustentação das práticas em um projeto de criação de um ponto de cultura em uma comunidade em São Luís. Como bibliotecário vejo que a biblioteca é um aparelho cultural que negligencia esses pressupostos, portanto estamos pesquisando conceitos, definindo metodologias, tentando entender a cultura conservadora, mercadológica e elitista enraizada nas bibliotecas e na biblioteconomia brasileira.</p>
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		<title>Encontro de Conhecimentos Livres</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 01:59:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vai acontecer de 5 a 8 de fevereiro, o Encontro de Conhecimentos Livres aqui na ilha de São Luís. Serão realizadas oficinas de áudio, vídeo, programação e metareciclagem. Gostaria de fazer todas se pudesse, então optei pela oficina de áudio, tenho muita vontade de mexer com ardour, audacity, jack e hydrogen. Quem vai ministrar as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vai acontecer de  5 a 8 de fevereiro, o <a href="http://www.tecnologiaslivres.org/site/node/50">Encontro de Conhecimentos Livres</a> aqui na ilha de São Luís. Serão realizadas oficinas de áudio, vídeo, programação e metareciclagem. Gostaria de fazer todas se pudesse, então optei pela oficina de áudio, tenho muita vontade de mexer com ardour, audacity, jack e hydrogen. Quem vai ministrar as oficinas é a equipe do Centro de Desenvolvimento em Tecnologias Livres de Recife, entidade que vem promovendo a cultura digital e livre nos estados do Nordeste.</p>
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		<title>Mundo Livre S.A usando Linux</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 18:40:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre fui fã dos caras, e sempre simpatizei com a postura da banda e agora sabendo que os caras defendem e utilizam o software&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre fui fã dos caras, e sempre simpatizei com a postura da banda e agora sabendo que os caras defendem e utilizam o software&#8230;  </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MReHay8fS5o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MReHay8fS5o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Alguns conceitos sobre TI em bibliotecas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 20:13:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Automação de Bibliotecas]]></category>
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		<description><![CDATA[Observando a área sobre a avaliação de softwares, fico pensando como é problemático introduzir alguma aplicação no contexto das bibliotecas. Quando uma equipe de bibliotecários necessita implantar um sistema de gerenciamento de bibliotecas, uma biblioteca digital, um blog, um sistema pra esquema de conceitos, um sistema de GED, uma ferramenta para groupware, ou qualquer outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observando a área sobre a avaliação de softwares, fico pensando como é problemático introduzir alguma aplicação no contexto das bibliotecas. Quando uma equipe de bibliotecários necessita implantar um sistema de gerenciamento de bibliotecas, uma biblioteca digital, um blog, um sistema pra esquema de conceitos, um sistema de GED, uma ferramenta para groupware, ou qualquer outra aplicação, geralmente enfrenta inúmeras dificuldades. Estas dificuldades começam pelo ponto de vista teórico, pois temos poucas discussões conceituais referentes a este domínio do conhecimento.</p>
<p>Venho defendendo 3 abordagens para a área de TI aplicada à biblioteconomia, que em breve publicarei um texto a respeito. Eis as abordagens:</p>
<ul>
<li><strong>Automação de Bibliotecas:</strong> Introdução de sistemas integrados para automação das rotinas de catalogação e circulação, além da criação, gerenciamento e acesso a documentos em formatos digitais em bibliotecas/repositórios digitais;</li>
<li><strong>Informática Documentária:</strong> Conjunto de aplicações da informática à documentação, técnicas referentes às intervenções da informática nas diversas fases de produção e utilização de documentos. Envolve gerenciamento eletrônico de documentos, sistemas de organização do conhecimento, gerenciamento de bibliografias, etc.</li>
<li><strong>Gerenciamento de Conteúdo:</strong> Aplicações baseadas na Web relevantes para gestão colaborativa de conteúdos como artigos, notícias, recursos multimídias, etc. Uso de ferramentas como Blogs, Wikis, CMS e Groupware.</li>
</ul>
<p>Esta proposta é apenas uma pequena classificação, funciona como modelo para podermos compreender quais são os requisitos, padrões e tecnologias para serem considerados no processo de inserção de TI na Biblioteconomia.  Estas abordagens vem sendo aplicadas no estabelecimento de um conteúdo programático para o ensino na graduação e em treinamentos.</p>
<p>Aqui, no <a href="http://objetoseducacionais.mec.gov.br/">projeto</a>, estamos escrevendo um texto sobre o trabalho que vimos desenvolvendo, referente a critérios para avaliação de recursos multimídias, tomando como base requisitos técnico e pedagógicos. Após ler alguns artigos verifiquei que existem muitos estudos sobre o tema, mas não algo exato sobre avaliação de mídias para catalogação em um repositório educacional. Pude perceber que a Educação, possui taxonomias para softwares educacionais, diversas definições sobre os tipos de aplicativos para fins educacionais, em suma, é uma temática bastante discutida. Se formos transpor essa idéia para a Biblioteconomia e formos efetuar uma pequena busca, logo percebemos que não encontraremos facilmente algo sobre a temática, exceto alguns artigos clássicos de relatos de experiências em atividades de avaliação e seleção de sotwares para automação. Muitos estudos vem sendo feito sobre avaliação de softwares para automação, como sistemas de gerenciamento de bibliotecas, mas poucos enfatizam a diversidade dos softwares que podem ser úteis no dia-a-dia bibliotecário. Isto vai desde uma simples conta de um bookmarks para referências, a um complexo sistema de gestão de imagens digitalizadas, passando por um servidor Web que irá hospedar a biblioteca digital ou o periódico eletrônico da instituição.</p>
<p>Além da necessidade de concepções teóricas e técnicas para avaliação de softwares na biblioteconomia, visualizo algumas temáticas de grande evidência e que muitas vezes são negligenciadas e são campos emergentes e de caráter multidisciplinar. Tais lacunas são:</p>
<ul>
<li>Padrão de Projetos (Design Pattern) em softwares para bibliotecas (Engenharia de Software, Informática Documentária, Automação e Administração de Bibliotecas);</li>
<li>Modelos de interface centrada no usuário (IHC, arquitetura da informação e Estudo de Usuários);</li>
<li>Propostas de benchmarking para softwares para bibliotecas (Administração de TI, Automação de Bibliotecas, Métodos Quantitativos em Biblioteconomia);</li>
<li>Técnicas de conversão de registros bibliográficos para padrões atuais e abertos(Representação Descritiva, Recuperação da Informação e Ciência da Computação);</li>
<li>Segurança da Informação em Bibliotecas (Computação, Automação e Controle, Administração de Bibliotecas);</li>
<li>Representação de Conteúdos Multimídias (Artes, Inteligência Artificial, Representação Descritiva e Temática);</li>
</ul>
<p>Ao invés da Biblioteconomia e Ciência da Informação tupiniquim ficar apenas se preocupando tecnologias da moda como ontologias e metadados, que muitas vezes se resumem a exercícios com o Protégé e citações de Berners-Lee, não que não existam estudos interessantes, admiro muitas produções de programas de pós em CI, mas creio que deveriam existir mais abordagens, pressupostos, metodologias, estudos de caso, modelos de referência, tutorais, modelos de requisitos e outros artefatos para poder se aproximar a TI da Biblioteconomia com um enfoque mais científico, não apenas pragmático, com sentido resumido de operacionalização, pois utilizar ferramentas é muito mais que modernização de bibliotecas em tarefas rotineiras de processamento técnico mediado por computador, atinge a esfera sócio-cultural, já que, exige um custo material, um esforço mental, um tempo, muitas implicações jurídicas, dentre outras variáveis.</p>
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		<title>Porque não uso Windows</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 18:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<description><![CDATA[Faz exatamente 1 ano que aboli completamente o M$ windows da minha vida, ou melhor do meu computador. Sempre usei o esquema dual boot: Slack e Win XP em desktop doméstico e no trabalho. Depois de um certo tempo comecei a verificar que sempre usei mais o linux do que que windows, então decidi migrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz exatamente 1 ano que aboli completamente o M$ windows da minha vida, ou melhor do meu computador. Sempre usei o esquema dual boot: Slack e Win XP em desktop doméstico e no trabalho. Depois de um certo tempo comecei a verificar que sempre usei mais o linux do que que windows, então decidi migrar por definitivo. Analisei a questão e constatei que eu só dependia de um único software proprietário, o fireworks, para criação de layouts de sites, que particularmente acho a melhor ferramenta para este propósito e no mundo open source não conheço algo similar. Então neste caso eu poderia emular via wine e assim estaria livre do S.O da micro$oft. O meu primeiro notebook eu usava windows e depois cheguei a usar dual boot, depois de adquirir outro note, usei durante umas duas semanas o Win XP, a máquina veio com um péssimo linux e então resolvi formatar e colocar o Win XP, logo que instalei, tive que configurar o video, o modem wi-fi e o áudio, um saco! Depois resolvi colocar o Ubuntu 7.04, e após a instalação tive apenas que configurar o vídeo, wi-fi e áudio foram reconhecidos&#8230; e depois ainda dizem que o windows é mais fácil de usar <img src='http://roosewelt.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />   e a nova versão do Ubuntu 8.04, já reconhece até a resolução wide do vídeo, ou seja, não é necessário configurar nenhum drive, fabuloso! Como eu tinha pouco espaço em disco, cheguei a conclusão que não valia a pena usar o XP, então mandei o S.O de Gates pro espaço e aqui estou feliz da vida sem vírus, sem piratear, sem spyware, sem internet explorer, sem travações, sem ter que crackear algo e com liberdade, autonomia, robustez e muito desempenho e segurança. O único problema que existia a pouco tempo era assistir vídeos no formato rmvb, que logo logo foi resolvido e pasmem, o linux tem mais suporte a formatos de vídeo e áudio que o windows, inclusive essa parte de multimídia tem sido muito desmistificada, a minha mais nova diversão é brincar com <a title="hydrogen" href="http://www.hydrogen-music.org/">hydrogen</a> e outras ferramentas para edição multimídia. Recentemente instalei o Ubuntu Studio 8.04 no meu Desktop, no intuito de deixar meu note pra trabalhar e o desktop como lazer, uma espécie de servidor multimída, inclusive estou montando um home theater com ele e em breve estarei divulgando aqui tais experiências.</p>
<p>Creio que na atualidade, o pingüim já está com status de S.O para ser usado por não-geeks no uso doméstico, distribuições com Ubuntu, Suse e Fedora, já fornecem inúmeras facilidades para que usuários comuns possam utilizar linux sem grandes complicações no que diz respeito a edição de texto, navegação, escutar músicas, ver vídeos e montar dispositivos portáteis, por exemplo, todavia muita coisa ainda precisa melhorar, como suporte a mais dispositivos de hardware, criação de ferramentas para gráficos mais completa e outras soluções existentes no mundo proprietário que facilitam a vida do usuário comum.  No contexto corporativo, a organizações estão mais atentas para produtos open source, já que necessitam de flexibilidade, economia, desempenho e customização e as tecnologias proprietárias vão de encontro a esses requisitos. Recentemente <a href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2008/05/08/gartner-afirma-que-windows-esta-falido-e-explica-por-que/">um estudo realizado pelo Gartner</a> apontou para as novas tendências de TI do mercado e constatou que com o advento da virtualização (web-based) e o tempo para lançamento de novas versões estão deixando o Windows falido. Problemas de incompatibilidade também são apontados pelo estudo, e por incrível que pareç muitos produtos da M$ de versões diferentes são incompatíveis, como por exemplo o novo office 2007 que salva arquivos de texto em uma determinada extensão e usuários de office mais antigo não conseguem abrir, se a M$ usasse o formato padrão de texto (.odt) com certeza não teriam esse problema e podeia abrir ainda documentos criados por outros editores de texto. Um dos maiores problemas para o não-uso do linux é cultural. Os anos de monopólio fez com que informática fosse sinônimo de produtos da M$, basta verificar nos cursos de operador de micro que oferecem na verdade pacotes para operacionalização de produtos como Windows e suíte Office e não de editor de texto, planilha, etc., isto gera um verdadeiro condicionamento, o sujeito fica com uma capacidade reduzida a manusear determinada ferramenta e se esta mudar a interface, versão, por exemplo, este usário terá dificuldades e se mudar de ferramenta, ai o lance fica mais complicado. Comparo isso ao ensino de classificação: as pessoas não apreendem a classificar e sim a utilizar adestradamente CDD e CDU e apreendem ainda a classificar títulos e não documentos e quando se deparam com obras que possuem uma metáfora como título, ou um conteúdo distante da sua formação, apresentam dificuldades para classificar. Muitos afirmam também que as organizações não optam por aplicações que rodam em linux por falta de empresas que fornecem suporte especializado, preferem confiar em uma empresa a comunidade, e se esta empresa deixar de oferecer suporte àquele produto? ou se a empresa falir? Ou se mudarem os requisitos técnicos para atualização de uma nova versão da aplicação? Quem opta pela comunidade não corre esses riscos, mas quem confia em uma determinada empresa fica refém desta. Sou bastante otimista em relação ao uso do pingüim, creio que o crescimento acelerado está pondo em xeque o domínio do Windows no mercado doméstico e corporativo, daqui a alguns anos esse cenário irá ser revertido, afirmo isso por que o linux é um S.O recente, e a filosofia open source está sendo amplificada cada vez mais por iniciativas individuais, coletivas e empresariais. Sou um linux user adepto das facilidades, acho que quanto mais fácil de ser usado, mais será massificado, contrariamente a muitos geeks que militam que ubuntu é coisa de criança, por exemplo, que linux bom é o difícil de configurar, aquele que tudo tem que ser feito na &#8220;unha&#8221;, sinceramente, esse pensamento só serve para perpetuar o domínio do Windows e distanciar as ferramentas livres da sociedade, uma pessoa assim não pensa coletivamente, quebra com a filosofia do software livre e cria um elitismo medíocre que segrega os usuários comuns dos sistemas abertos, queria ver era esses geeks desenvolverem seu próprio linux.</p>
<p>Já que estamos falando de linux e este blog é sobre biblio e CI, gostaria de conhecer algum bibliotecário que use linux por default, tem alguém ai? Dual/Trial boot users não vale <img src='http://roosewelt.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Escrevendo e escutando Asian Dub Foundation, em especial Fortress Europe.</p>
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		<title>Making of da Oficina de vídeo do Casa Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 17:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[.flickr-photo { border: solid 2px #000000; } .flickr-yourcomment { } .flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; } .flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; } Oficina de Video, originally uploaded by roosewelt. Até que enfim disponibilizei as principais fotos da oficina de audiovisual do I Encontro Estadual do projeto Casa Brasil. Todas as fotos estão em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<style type="text/css"> .flickr-photo { border: solid 2px #000000; } .flickr-yourcomment { } .flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; } .flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; } </style>
<p class="flickr-frame"> 	<a href="http://www.flickr.com/photos/roosewelt/524243065/" title="photo sharing"><img src="http://farm1.static.flickr.com/216/524243065_5038ff4be5.jpg" class="flickr-photo" /></a></p>
<p><span class="flickr-caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/roosewelt/524243065/">Oficina de Video</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/roosewelt/">roosewelt</a>.</span></p>
<p class="flickr-yourcomment"> 	Até que enfim disponibilizei as principais fotos da oficina de audiovisual do I Encontro Estadual do projeto Casa Brasil. Todas as fotos estão em boa resolução e foram feitas em modo manual com a minha Canon A610 e sem nenhum tratamento com software.  Na verdade eu não gosto de manipular fotos com softwares, acho que perde a organicidade dos assuntos capturados, a não ser quando é extremamente necessário, como por exemplo, modificar fundo, retirar um elemento não desejado, clarear, recortar etc. usando o Gimp, óbvio.</p>
<p>As oficinas foram de grande valia, utilizamos diversas noções de roteiro, ângulos e edição com a ferramenta Cinelerra. O software Cinelerra é uma ótima ferramenta para edição de vídeo, que permite aplicar filtros, efeitos, transições, trilha sonora e outros recursos. Ai está uma ótima dica para quem acha que multimídia no Linux ainda é ainda algo complexo, tanto que existe o projeto <a href="http://ubuntustudio.com/">Ubuntu Studio</a> que consiste em uma customização da distribução ubuntu para multimídia.</p>
<p>Vejam todas as <a href="http://www.flickr.com/photos/roosewelt/tags/casabrasil/"> fotos da oficina do casa brasil</a></p>
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		<title>Oficinas de Vídeo</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2007 19:42:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[As oficinas de vídeo realizadas no Encontro do Casa Brasil Estadual aqui em Fortaleza, Ceará foi uma das melhores experiências na minha formação enquanto defensor do software livre e um amante dos recursos multimídias. Como falei anteriormente a galera do Cultura Digital foi responsável pelas oficinas de áudio e vídeo, a Marialu, o Édilo, Geraldo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.roosewelt.com/wp-content/oficina_video.jpg" title="Oficina de Vídeo"><img src="http://blog.roosewelt.com/wp-content/oficina_video.jpg" alt="Oficina de Vídeo" /></a></p>
<p>As oficinas de vídeo realizadas no Encontro do Casa Brasil Estadual aqui em Fortaleza, Ceará foi uma das melhores experiências na minha formação enquanto defensor do software livre e um amante dos recursos multimídias. Como falei <a href="http://blog.roosewelt.com/archives/6" title="Encontro Casa Brasil CE">anteriormente</a> a galera do Cultura Digital foi responsável pelas oficinas de áudio e vídeo, a Marialu, o Édilo, Geraldo, Wille e o Uirá mandaram muito bem explicando os conceitos fundamentais de elaboração de roteiro, noções de enquadramento, ângulo, ferramentas para edição e muitos toques para produção multimídia. Daqui a uns dias estarei publicando aqui estes pontos aprendidos durante as oficinas, assim como as fotos e os vídeos do evento. Na foto estão Fabrício (Casa Brasil, Fortaleza), Édilo (Cultura Digital, Salvador) e o Alexandre (Casa Brasil, Juazeiro do Norte) parte da galera geek que estavam no evento.</p>
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		<title>Bem vindos às oficinas do Casa Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2007 18:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Casa Brasil oferece diversas oficinas à comunidade. Estas oficinas são distribuídas em diversos espaços, tais como: telecentro, sala de leitura, auditório, estúdio multimídia e laboratório de divulgação de ciências e informática. Desta forma as oficinas realizadas no I Encontro Regional pretenderam fornecer capacitação, troca de experiências e integração entre os monitores, coordenadores e especialistas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.roosewelt.com/wp-content/cb_juazeiro.jpg" title="Casa Brasil Juazeiro"><img src="http://blog.roosewelt.com/wp-content/cb_juazeiro.jpg" alt="Casa Brasil Juazeiro" /></a></p>
<p>O Casa Brasil oferece diversas oficinas à comunidade. Estas oficinas são distribuídas em diversos espaços, tais como: telecentro, sala de leitura, auditório, estúdio multimídia e laboratório de divulgação de ciências e informática. Desta forma as oficinas realizadas no <a href="http://www.casabrasil.art.br/wiki/index.php?title=Encontro_Estadual_2007" title="Encontro Regional">I Encontro Regional</a> pretenderam fornecer capacitação, troca de experiências e integração entre os monitores, coordenadores e especialistas, para que estes possam transmitir os conteúdos à comunidade.  Conforme o site do projeto, o Casa Brasil é um : &#8220;[..] espaço comunitário, de uso gratuito e acesso irrestrito, para promover a inserção tecnológica, a divulgação da ciência, cultura e arte, gerando a ampliação da cidadania através de grandes fios condutores como: democratização das comunicações, compartilhamento de conhecimento, valorização da mulher, respeito à diversidade e desmistificação das tecnologias.&#8221; Através destes elementos as oficinas ministradas no encontro foram de produção de vídeo e aúdio, elementos da arte circense (perna-de-pau, malabares, tecido, teatro, etc.), metareciclagem, economia solidária e pedagogia da autonomia.</p>
<p>Destaque para o pessoal de Juazeiro do Norte-CE que apresentaram os seguintes experimentos: álgebra com malabares, projeto monociclo das artes e um aparelho de fabricar molas, além de serem muito animados e interessados em trocar experiências. O pessoal do Cultura Digital foi formidável, apresentaram diversas abordagens, ferramentas e discursos em defesa do software livre e da colaboração em rede. O resultado das oficinas será publicado gradativamente no flickr, youtube e em breve estarei divulgando parte do conteúdo produzido no evento.</p>
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